Entreprise, économie & droit

  • Comment un ministre du Budget, accusé de cacher son argent en Suisse, ment-il haut et fort devant les représentants de la Nation ? Comment un candidat à l'élection présidentielle aurait-il pu accepter des costumes en cadeau ? Pourquoi des dirigeants de très grandes entreprises, parmi les mieux payés au monde, auraient-ils pu frauder ou utiliser des fonds de leur société à des fins privées ?
    Ce livre s'attaque, dans un style alerte et clair, aux déviances des leaders de grandes organisations économiques, politiques, sportives ou associatives. Il tente d'expliquer les rapports parfois ambigus et malsains que les puissants entretiennent avec l'éthique ou les lois. La force gravitationnelle du pouvoir, tel un soleil massif et brûlant, désoriente les chefs. Le pouvoir peut rendre fou ou développer un coriace sentiment d'impunité et d'invincibilité, nuisible aux autres, à la société ou à l'environnement naturel.
    Après avoir clarifié les notions d'éthique, de leadership et de déviance, Philippe Villemus explore avec talent les syndromes et les causes de la déviance des leaders : l'hubris, la pensée de groupe, la vision brouillée, le mythe du complot, la tour d'ivoire, le « pas vu, pas pris », etc. Il propose aussi des actions pour éradiquer ou réduire les déviances et les choix non éthiques des leaders, chefs, dirigeants et autres gouvernants, qui parfois, hélas, se croient tout permis.

  • During several past years countries in Eastern Europe and Central Asia have introduced important anti-corruption reforms. However, corruption remains high in the region. This report identifies progress achieved in the region as well as remaining challenges which require further action by countries. The report analyses three broad areas of anti-corruption work, including anti-corruption policies and institutions, criminalisation of corruption and law-enforcement, and measures to prevent corruption in public administration and in the business sector. The analysis is illustrated by examples of good practice from various countries and comparative cross-country data.


    The report focuses on eight countries in the region which participate in the OECD/ACN initiative knows as the Istanbul Anti-Corruption Action Plan which including Armenia, Azerbaijan, Georgia, Kazakhstan, Kyrgyzstan, Tajikistan, Ukraine and Uzbekistan. It also presents examples from other countries in the region to give a broader perspective for the analysis. The report covers the period between 2008 and 2012, when the second round of monitoring of Istanbul Action Plan countries was implemented, and is based on the results of this monitoring.

  • Um tema extraordinariamente atual. A justiça portuguesa está, mais do que nunca, empenhada no combate à corrupção e os resultados começam a surgir em diversas formas e manifestações.
    Os três tópicos fundamentais deste livro - Justiça, Corrupção e Jornalismo - entrecruzam-se de forma mais dramática e atual do que nunca, o que justifica indiscutivelmente trazer a público uma reflexão sobre
    estas matérias.
    Justiça, Corrupção e Jornalismo proporciona ao leitor uma viagem pelos meandros dos grandes casos de corrupção do nosso tempo, fornecendo novos dados e novas perspetivas sobre as negociatas de milhões e as escandalosas tentativas do poder em silenciar a comunicação crítica.
    Os autores pegam em factos, lembram casos, abrem caminho para uma reflexão profunda.
    Em nome do direito à informação!
    Esta obra foi construída sobre um diálogo entre os autores o que a torna um projeto inovador. A intenção é mostrar às pessoas um diálogo franco e aberto entre o mundo da justiça e do jornalismo. Apresentar as diferenças sem máscaras. Encetar a discussão sem meias medidas.
    É no diálogo entre o jornalista e o jurista que se percebem plenamente as interrogações, as inquietações e onde, também, surgem as respostas abertas à critica.
    Este livro é o resultado disso e acaba por ser, nessa medida, um verdadeiro debate de ideias.
    Para este livro, o que importa é a relação entre a justiça portuguesa e a produção de conteúdos noticiosos.
    - Onde começa e deve começar a cobertura e o acompanhamento dos crimes pela imprensa?
    - Qual o papel do jornalismo de investigação?
    - Em que consistem as "fugas de informação"?
    - Teremos um apropriado regime sobre o segredo de justiça?
    - Em que consiste verdadeiramente o "quarto poder" no Estado de Direito democrático em que vivemos hoje?
    - Pode estabelecer-se um diálogo sério e frutífero entre a justiça e a comunicação social?
    - É realista e desejável punir criminalmente e deontologicamente quem quebre o segredo de justiça?
    Todas estas questões são parte do fio condutor deste livro.
    A originalidade desta obra está no estilo aberto e dialogante em que se apresentam e expõem as ideias.
    É no diálogo entre o jornalista e o jurista que se percebem plenamente as interrogações, as inquietações e onde, também, surgem as respostas abertas à critica.
    Público-alvo
    Este é um livro dirigido a todos aqueles que se dedicam a investigar e a refletir sobre as complexas matérias do direito à informação na sociedade moderna, nomeadamente em sede de direito constitucional e direito criminal.
    Ao mesmo tempo, procura ser uma bússola orientadora para jornalistas e responsáveis de comunicação, na medida em que trata da matéria em que tocam praticamente todos os dias no exercício das suas funções.
    De igual modo, este projeto foi pensado também para todos os alunos - sobretudo das Faculdades de Direito ou Ciências da Comunicação - que dão os primeiros e apaixonados passos numa área que exigirá deles o mais sério e comprometido empenhamento.
    A preocupação e primordial objetivo dos autores, no entanto, é o grande público. Os milhões de homens e mulheres do nosso tempo que assistem, desde o anonimato das suas casas ou dos seus empregos, a querelas incompreensíveis e intermináveis nos tribunais, nos jornais ou nas televisões.
    Os autores : André Ventura e Miguel Fernandes
    Dois homens habituados a lidar com lados diferentes do palco: André Ventura, do lado da Justiça e do Direito, e Miguel Fernandes, no contexto da comunicação social investigação jornalística.
    Com participação especial de Francisco Moita Flores, Rui Pereira e Carlos Anjos
    Com prefácio de Rui Pereira, Ex-Ministro da Administração Interna

  • Revue Mosaïque t.8

    Collectif

    • Nena
    • 1 Janvier 2014

    Ouvrage d'In/Dev-Consulting en coédition avec NENA
    Lutte contre la corruption en Afrique :
    De la démagogie à l'impasse politique
    La prise en compte de la vie personnelle du salarié
    Constitutions Africaines et panafricanisme
    La responsabilité de l'établissement de crédit tiers saisi en matière de saisie attribution
    Le processus de décentralisation en Afrique et la problématique du transfert de compétences

  • L'édition 2011-2012 comporte deux parties.
    1. La lutte contre la criminalité et les délits financier
    La délinquance financière sous ses diverses formes n'est pas à l'origine de la crise, mais elle a contribué à son déclenchement et à sa propagation. Elle en complique aussi singulièrement la gestion, quand la multiplication des fraudes non sanctionnées fragilise l'État de droit, menace l'intégrité des marchés financiers, et rompt l'équilibre des efforts demandés aux citoyens. Après avoir analysé la perception parfois ambivalente de cette délinquance dans la vie publique française, le Rapport moral donne la parole aux principaux acteurs de l'action de répression, au niveau national et international, et revient ensuite plus particulièrement sur la lutte contre trois formes de fraudes : la corruption, la délinquance dans la finance, et la fraude fiscale.
    2. Grands enjeux de la crise financière
    Après les avoir replacés dans le contexte de la présidence française du G20, la deuxième partie présente quatre aspects de la crise soulevant d'importantes questions éthiques : sont abordés successivement la crise de la dette souveraine, les enjeux éthiques de la nouvelle réglementation financière, le financement prioritaire du long terme, et enfin l'appel à la générosité publique et son contrôle.

  • L'objectif de cette recherche sur la lutte contre la corruption est de démontrer que le délit de corruption présente un caractère mutant qui lui permet de changer radicalement de forme au gré des domaines auxquels il s'attaque. Ainsi, il ne revêt pas la même forme quand il se développe dans les domaines des marchés publics, des délégations de service public, de l'urbanisme commercial, de l'immobilier, du commerce international, du sport, de la publicité ou du financement de la vie politique. Ce constat du caractère mutant du délit permet de mieux comprendre les difficultés qu'a pu rencontrer le législateur dans la lutte contre la corruption et l'échec des réponses étatiques qui ont été données jusque-là. Dès lors, une adaptation de la lutte contre la corruption au caractère mutant du délit s'avère nécessaire, elle implique une double adaptation d'une part, une adaptation spatio-temporelle, et d'autre part une adaptation relative aux interventions. Les adaptations spatio-temporelles imposent de tenir compte non seulement des insuffisances et de l'inadaptation dans le temps des mesures prises jusque là mais également de la politique menées par les autres États ainsi que des perspectives d'harmonisation et de leurs obstacles. Les adaptations relatives aux interventions conduisent, elles, à prendre en compte d'une part, l'émergence, à côté des intervenants traditionnels, de nouveaux intervenants dans la lutte contre la corruption (citoyens, ONG, associations, presse) et d'autre part, la nature et les limites juridiques, criminologiques, sociologiques et éthiques de ces adaptations. Enfin, pour conclure, une série de propositions sont formulées dans le cadre d'une approche multidisciplinaire du délit dans le but d'améliorer la lutte contre la corruption en tenant compte de cet aspect nouveau du délit : son caractère mutant.

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